Epidemia - Ameaça à Humanidade

 

É crença popular e em certos meios científicos que sempre estivemos sob a ameaça de alguma peste, do ataque de algum inimigo maligno oculto que surge das trevas. Infelizmente, os cientistas têm sido incapazes de esclarecer de onde vem e para onde vai este agressor formidável, que aparece e desaparece sem deixar rastros. Nos milhões de anos que não tivemos estes recursos, teimamos em sobreviver muito bem ao “ataque” repetido e “mortal” dos pequenos seres – os micróbios. Não só não fomos aniquilados como nos multiplicamos – até demais, pensam alguns.

Parece haver um grande exagero no suposto perigo que vem dos micróbios e um exagero maior ainda na capacidade que a ciência oficial teria em prevenir e amenizar os efeitos de uma tal ameaça. Para compreender porque os acreditados riscos não existem seria necessário desfazer alguns preconceitos sobre os microorganismos. A ação da medicina para tratar das assim chamadas infecções é o uso de produtos sintéticos e vacinas, para “matar” as bactérias, vírus e fungos e para, supostamente, ensinar o organismo a se defender de um ataque do exterior provocando uma doença crônica menor.

As infecções, epidemias, pandemias e semelhantes não foram erradicadas. Somente no Brasil se espera 100.000 novos casos de tuberculose com 5.000 óbitos todos os anos – uma doença que foi declarada extinta e/ou controlada. A cada novo ano somos atingidos por notícias de doenças que ameaçariam a saúde de todos. Se em 1940 a penicilina podia resolver uma infecção em 80% dos casos, em 1960 somente 40% eram resolvidos, em 1993, 10% e em 2001 menos de 5%. Reconhecidamente nem o mais potente antibiótico à disposição da população pode resolver todas as infecções.

O que fazer? Como escapar destas ameaças? Devemos esperar que os cientistas nos salvem?