Cura-te a ti mesmo
Há muitas maneiras opostas de tentar curar os doentes, o que nos mostrará o contraste e a metafísica destas filosofias, todas relativamente aceitas e justas, de tratar as enfermidades.
O pai da medicina experimental, Claude Bernard disse: “O fato é sempre qualquer coisa de físico. A interpretação do fato é qualquer coisa de metafísico...e isto, não é mais o fato”.
Se uma pessoa tem insônia porque ela bebe café e outros estimulantes, quando ela procurar ajuda do especialista seria tratada assim:
1. Se ela buscar ajuda na medicina clássica, é bem possível que receba uma receita de um sonífero, com alta concentração de princípio ativo porque: contraria contrariis curantur – os contrários curam os contrários.
2. Se recorrer a um homeopata, receberia um medicamento em doses muito pequenas, talvez do próprio café, reproduzindo o princípio: Simila Similibus Curantur – os semelhantes curam os semelhantes.
3. Se ela acreditar a medicina assim chamada naturalista ou holística lhe será dito que deve evitar todos os medicamentos vendidos na farmácia e entregar-se a tudo aquilo que a Natureza lhe prodigaliza: as ervas, a própria urina, banhos frios, etc...
4. Ou ainda, se acreditar somente em uma via espiritualista será esclarecido que tudo o que lhe acontece é devido a causas espirituais, psíquicas, invisíveis, portanto, a cura deverá ser por meio de algo não material. Assim, que deveria: meditar, orar, fazer terapia, yoga, etc...
Mas há uma nova abordagem, que é tão antiga quanto a vida da humanidade e que está profundamente impressa em cada um de nós, dentro de cada uma de nossas células e que nos fala suave e silenciosamente e repete incansavelmente: Sublata Causa Tollitur Effectus, que quer dizer, - suprima a causa e o efeito desaparecerá.
E que cada um possa, livremente, pensar por si mesmo e curar-se a si mesmo!