O que você come ou deixa de comer determina sua saúde

 

Por muito tempo a alimentação foi negligenciada na sua importância na saúde em geral: no crescimento, na reprodução, na imunidade, na manutenção e recuperação da saúde. A capacidade de nosso organismo em apropriar-se de algo que ingerimos e chamamos de alimento, é limitada. Comer qualquer coisa contando que seja uma quantidade “suficiente” ou excessiva ao invés de ser uma garantia de trazer força, vitalidade, bem estar, é, na verdade, um dos maiores fatores de doença.

A ênfase na quantidade em detrimento da qualidade é uma má filosofia de nutrição. Comer em quantidade produtos de má qualidade leva a doença ou a morte mais rápido do que não comer absolutamente nada mais do que água. A nossa capacidade de transformar o que ingerimos em nutrientes, em carne, sangue, ossos e energia, é muito mais limitada do que até muito recentemente se pensava. Os “cientistas” têm a maior parcela de culpa nesta questão – eles não só desprezaram a advertência dos antigos, de Hipócrates, por exemplo, como afirmaram e confirmaram que a qualidade da alimentação nada tinha de importância na nossa saúde.

Em grande parte, nós somos o que comemos. As nossas células são formadas a partir do material que lhes fornecemos como alimento. Se o alimento é impróprio, as nossas células serão fracas e doentes, se o alimento, é bom, então, teremos células fortes e saudáveis.

A vida depende de alimento - na verdade, não só de alimento físico. Precisamos de outros elementos que vem do sol, do ar, da água, entre outros, mas é do que comemos que formamos a base para a circulação do que chamamos de força vital – a vida. Um corpo formado de células fracas e doentes não terá bom desempenho, não nos dará prazer, não viverá o suficiente.

São normais os processos de construção e de destruição durante toda a vida. Estas duas atividades vitais de construção e destruição são o que chamamos metabolismo. É nossa tarefa de seres inteligentes fornecermos aos nossos corpos alimentos que possam contribuir mais à construção.

Os alimentos que fornecem o que precisamos como nutrientes são aqueles que vêm diretamente da natureza: integrais, inteiros, não processados, não congelados, não cozidos, não picados, não conservados, não aditivados – as frutas e as verduras. Que estes sejam a base de sua alimentação e de seus filhos.