A nova nutrição humana
Nas últimas décadas ocorreu uma verdadeira explosão de teorias sobre nutrição. Algumas mais, outras menos científicas, porém todas elas apresentam resultados controvertidos e são sempre contrariados por novas teorias. A verdade é que as aplicações destas teorias em hospitais e instituições são, para dizer pouco, desastrosas.
Os essênios, que há mais de 2000 anos viveram na Palestina e Egito, alimentavam-se de uma maneira muito especial e que hoje começa a ser redescoberta. Os registros históricos nos mostram resultados impressionantes do modo de vida deste povo, como ausência de doenças, longevidade (viviam até os 150 anos), funções físicas e psíquicas perfeitas em qualquer momento da vida. A base da sua alimentação era de alimentos vegetais, integrais frescos e crus, colhidos diretamente sem arrancar a planta (legumes, folhas) ainda, sementes, grãos germinados, brotos, frutas frescas e secas, leite fresco cru e mel integral não manipulado.
No século XX, na década de 30, durante o Grande Experimento no Rancho de La Puerta no Novo México, por um período de 40 anos, 150.000 pessoas foram tratadas através do modo de vida e alimentação essênia pelo médico Edmond Székely. Milhares de seus pacientes se restabeleceram de doenças consideradas incuráveis pela ciência moderna. Szèkely classificou os alimentos em quatro grandes grupos, revolucionando a ciência da nutrição:
- os biogênicos (vivos e produtores de vida): brotos e germinados;
- os bioativos (mantenedores da vida): frutas e verduras frescas, leite e mel;
- os bioestáticos (que envelhecem e diminuem as funções vitais) alimentos envelhecidos e cozidos;
- os biocídicos (que destroem a vida - os venenos) produtos químicos de qualquer espécie, sais inorgânicos, e alimentos em decomposição.