Os Hunzas e os Esquimós

 

Quando se comparam duas culturas que têm hábitos de vida tão marcadamente opostos como os Hunzas e os Esquimós, fica evidente a importância e a influência do modo de vida na saúde e como podemos usar isto a nosso favor hoje, e sempre. A libertação da escravidão das doenças, das curas e dos curadores só virá quando se compreenda que a saúde está ao alcance de nossas próprias mãos.

O povo com a melhor saúde e de vida mais longa da terra são os Hunzas do Norte do Paquistão e, os de pior saúde e que vivem menos, são os Esquimós.

Os Hunzas foram descritos pelo Major General Dr. R. MacCarrison assim:
Eles são grandes consumidores de frutas; consomem poucos derivados de leite e menos ainda, carnes; têm corpos perfeitos, se deleitam em banhos em rios gelados; atingem facilmente os 120 anos com plena força, resistência e lucidez; as doenças comuns entre nós são praticamente desconhecidas entre eles. Em nove anos o Dr. McCarrinson não viu um só caso de câncer.

A saúde e longevidade deles é atribuída pelo pesquisador a três principais fatores:
1. O uso de alimentos simples, integrais, e vegetais.
2. Uma vida vigorosa passada ao ar livre.
3. Um ambiente livre de poluentes e ameno.

Os esquimós observados pelo Dr. Samuel Hunton foram assim descritos:
Eles atingem a velhice aos 50 anos e a senilidade aos 60. A palavra esquimó deriva da língua dos índios Cree e quer dizer: “comedores de carne crua”. Eles têm baixíssima resistência as doenças infecciosas e sofrem de severa osteosporose na velhice. A média de vida entre eles é de 28 anos apenas. Sua dieta é de 95% de carnes. Os esquimós passam uma grande parte de suas vidas em ambientes fechados ao abrigo do frio e vento, ao contrário dos Hunzas e a semelhança dos homens modernos.