A doença não é inevitável
Livrar-se de falsos conceitos sobre as doenças e sobre a saúde é necessário para preservar e recuperar a saúde porque, idéias erradas levam a ações erradas, o que contribui à má saúde. Um primeiro mito que precisa ser exposto sobre a doença é que ela seria inevitável.
É um fato que os outros e em nós mesmos, constatamos que, cedo ou tarde, há ocorrência de má saúde. Ora, a conclusão imediata é que a doença seria inevitável. E é verdade! A doença é inevitável sob as condições assim chamadas “normais” de vida – aqueles hábitos que a maioria têm como fazendo parte de seu dia. Mas, há um outro lado, quando mudamos nossos hábitos, as doenças não só se tornam menos freqüentes e menos graves como podem desaparecer de nossas vidas. Se é possível evitar 10%, 30%, 50% das doenças, o que nos impediria de evitar 100%? Ou seja, teríamos a possibilidade de construir a saúde até o ponto em que não ocorra mais a doença.
Primeiro é preciso compreender que não somos passivos em relação ao ambiente. Tudo o que comemos, bebemos, respiramos, ouvimos, pensamos,... tudo, afinal, tem uma influência positiva ou negativa – pode fazer bem ou mal. E isto depende da qualidade e da quantidade. O Sol é bom, mas excesso, queima e a falta adoece. A água é fundamental, mas excesso afoga e a falta, seca. Entre as coisas que podemos entrar em contato algumas são sempre perigosas, independente da quantidade, porque são venenos, são inimigos. O fogo, diferente do sol, sempre é destrutivo para nós; certas substâncias que não podem ser metabolizadas e transformadas em nossos tecidos, nos aniquilam, cedo ou tarde.
Saber que posso viver sem doenças, que posso ser mais forte que as influências negativas sobre a minha saúde é uma libertação interior do medo de adoecer e do sofrimento e, também, que posso cuidar de mim mesmo e livrar-me da dependência de meios e pessoas que prometem curas.