Como alimentar-se durante as enfermidades


Quando adoecemos não podemos continuar a fazer o que fazemos quando estamos sãos. As crises estão associadas com dor, com náuseas, falta de apetite, lassidão, falta de energia, entre outros sintomas. Ninguém, no seu juízo perfeito, proporia que uma pessoa que não está bem continue com todas as suas atividades normais e, isto inclui a alimentação.

Os processos da nutrição exigem um grande gasto de energia e na doença as nossas forças estão dedicadas à recuperação da saúde. Comer como costumamos durante as crises tem dois inconvenientes: rouba energia dos processos regenerativos e contribui para intoxicar todo o organismo.

Quando estamos doentes o nosso sistema digestivo está paralisado. Não há fome, há um desagrado natural diante dos alimentos porque o organismo está impossibilitado de digerir. Se comemos, todo o alimento ficará parado por muitas horas no estômago fermentando – o que significa, crescimento de bactérias e intoxicação pela deterioração dos alimentos.

Só devemos comer se nos sentimos bem, se não temos febre, não temos dores e se há fome verdadeira. Nas crises devemos somente beber água ou sucos. Nas enfermidades crônicas, precisamos de uma alimentação especial, orientada por um higienista que é capaz de avaliar o que comer para não atrapalhar os processos regeneradores naturais do corpo e que ao mesmo tempo nutra com suficiência.