É o organismo que decide o que precisa, quanto e como


O processo pelo qual o que comemos – frutas, verduras, grãos, entre outros alimentos, se transforma em músculos, pele, ossos, hormônios e sangue ainda permanecerá um mistério por muito tempo. A transformação dos alimentos em tecido vivo é extremamente complexa e além de nossa compreensão atual. Quando as proporções e a qualidade do que comemos é inadequada, faz mais mal do que bem.

É impossível fazer pão se falta farinha, por exemplo. Ou se colocamos na nossa fórmula de pão mais água do que o necessário teremos um mingau que jamais será um pão. Comer em excesso qualquer um dos nutrientes conhecidos não contribuirá para a saúde, mas para a doença.

Muita proteína, descalcifica. Muito açúcar rouba ferro e desmineraliza todo corpo. As proteínas, o cálcio, o açúcar, o ferro não tem valor positivo isolados. Estes elementos precisam estar combinados a outros nutrientes para poderem ser absorvidos e construírem tecidos e fluidos saudáveis.

A combinação, proporção e variedade de todos os nutrientes necessários serão usadas pelo organismo vivo sem a nossa participação consciente e com perfeição, sempre no melhor interesse da saúde e da vida. Nenhum elemento é mais importante do que outro na alquimia da vida.

As terapêuticas que preconizam o uso de um elemento em detrimento dos outros jamais terá sucesso. Receitar cálcio, por exemplo, sem os outros elementos necessários, só fará mal. Somente os alimentos vegetais vivos contêm os nutrientes nas proporções e nas quantidades necessárias para a manutenção da saúde. Os aprendizes de feiticeiro não podem ajudar com suas fórmulas mágicas. Suas poções e gestos são supersticiosos não estão à altura da inteligência superior do organismo vivo.