A sua saúde também depende do que você veste


O homem, como os seus irmãos menores, os animais, nasceu nu e deveria continuar assim. Ou, pelo menos, ele não deveria colocar sobre a pele obstáculos a ventilação, ao sol, a água e as radiações cósmicas. Vestir-se quase sempre é um fator de diminuição da saúde e não de melhora dela. As exceções que justificariam vestir-se são quando há extremo frio ou calor e há um risco para a vida.

As roupas são hoje muito mais objetos de atração, de demonstração de poder e posição, de vaidade do que para proteger. E para estes satisfazer estas questões subjetivas não importa muito se a saúde está sofrendo ou não. Os tecidos naturais e com cores claras, amplos e leves são os melhores porque permitem a ventilação, a transpiração, a passagem de radiações solares e cósmicas e a liberdade de movimento.

As cores escuras, o preto, não permitem a passagem de luz e são, por isso, muito prejudiciais. Nós somos seres solares, dependemos do sol para a produção de alimentos, o calor e a luz. Esconder-se do sol é um fator importante de diminuição de saúde e vitalidade – e a roupa que usamos pode impedir que o sol, o ar cheguem à pele. Sentir muito frio, usar roupas pesadas e manter as janelas fechadas é um sinal de desequilíbrio na saúde.

Quanto mais usamos tecidos que impedem a passagem dos elementos naturais mais termos uma verdadeira atrofia da pele. Ela deixa de ter aquelas condições de proteção natural diante do frio e do calor que naturalmente deveria ter. Como músculos não trabalhados perdem seu tônus e ficam flácidos e incapazes, também a pele fica flácida, frágil e inerte e nos predispõe as doenças.