Jejuar é a mais antiga terapia da humanidade.

 

A pré-história e a história da humanidade registraram o emprego do jejum para vários fins: de saúde, religioso, protesto, político, em casos onde não há alimento, de repouso, de rejuvenescimento entre outros empregos úteis. Jejuar significa um repouso fisiológico, um descanso radical onde há uma interrupção total da ingestão de nutrientes, menos de água, até que a fome natural retorne.

O jejum não deve ser confundido com inanição. A inanição é a interrupção da ingestão de nutrientes até que o corpo seja danificado irreversivelmente ou, até a morte. O jejum tem como função a proteção da vida e a recuperação da saúde plena.

O jejum é alvo de preconceito de leigos e doutores – tanto uns como outros desconhecem o que é o jejum, seus efeitos benéficos, sua prática agradável e fácil, e a verdadeira fisiologia necessária e positiva que representa. O jejum não é uma panacéia, um resolve tudo. Seu emprego indiscriminado e sem sabedoria representa um real risco à saúde.

Entre outras funções, o jejum limpa o organismo de dejetos tóxicos e permite a recuperação de tecidos danificados por novos e funcionais. Os animais o empregam instintivamente em várias circunstâncias e sempre fisiologicamente, ou seja, ao contrário de patologicamente.

Ainda hoje o jejum é um dos meios mais eficientes e seguros para eliminar tumores benignos e malignos através da autólise.