Celulares e câncer no cérebro

 

O uso de telefones celulares tornou-se comum. Calcula-se em mais de 3 bilhões de usuários em todo o mundo. Diante de um tal número de pessoas envolvidas qualquer problema de saúde relacionado poderá, em alguns anos, tornar-se uma séria ameaça à saúde pública mundial como o maior pesadelo imaginável de qualquer uma das pandemias a vírus previstas pelos cientistas.

Estudos sugerem que há um real risco de tumores ocorrerem no mesmo lado que os pacientes usam o celular. Estes estudos incluíram 13 países durante anos de pesquisas.

Três tipos principais de tumores foram relacionados com os celulares: glioma; câncer da parótida e neuroma acústico. Estes tumores não são de alta ocorrência e por isso o risco não seria alarmante. Há, porém, outros riscos além de tumores e que se relacionam com o próprio funcionamento das ondas cerebrais e que poderiam a médio e longo prazo alterar significativamente o pensar humano.

Em 2007 o American Journal of Epidemiology publicou dados conclusivos que mostram riscos em 58% dos usuários freqüentes de celulares desenvolverem câncer cerebral.
Os próprios doutores entrevistados utilizam fones de ouvido e outras soluções para evitar o contato das microondas dos celulares com o cérebro. A maior preocupação desses profissionais é com o uso precoce e, portanto, por longos anos e por crianças cujo sistema nervoso não tem a mesma capacidade de defesa de um cérebro e crânio já formados.

Um especialista na área, o Dr. Black, falando a CNN disse que é impossível afirmar se é o não seguro o uso de celulares. Diante deste panorama o melhor conselho é não somente evitar o uso desnecessário como utilizar equipamentos que possam proteger o cérebro das ondas de radiação destes aparelhos que já se tornaram parte da vida de muitos de nós.