A vacina da AIDS

 

Segundo matéria recente da Folha de SP uma vacina contra o HIV continua muito distante, inalcançável. Há algumas imprecisões sobre o tema AIDS que devem ser melhor analisadas porque as conclusões e afirmações sobre o tema AIDS não têm a consistência que seus autores desejariam.

Para começar, o suposto HIV jamais foi isolado, ou seja, nunca foi fotografado e nunca os estudiosos tiveram acesso ao real corpo desse famigerado agressor. O vírus da gripe, por exemplo, foi isolado e fotografado. A idéia de criar uma vacina de algo virtual é absolutamente impossível porque, simplesmente, o corpo do vírus precisa existir para servir para a confecção de uma pretensa vacina.

Os testes existentes para detectar a suposta contaminação não identificam nenhum vírus, mas somente uma reação defensiva contra alguma coisa, que poderia ser o HIV – que nunca apareceu em nenhum estudo – ou ainda, uma agressão de outra fonte. Portanto, é impossível afirmar que um teste “positivo” indique a contaminação pelo HIV – pode ser contaminação ou reação a qualquer coisa que ameace a vida. Os testes não são específicos, ou seja, outras doenças podem positivar os testes para a AIDS.

Não há provas que os tratamentos atuais prolonguem a vida, mas há provas que os tratamentos que foram aplicados na primeira década em que se deu o nome a “nova” doença, realmente intoxicavam e matavam os doentes. A quantidade de medicamentos era tal que qualquer pessoa era aniquilada em poucos meses. Hoje a dosagem foi muitíssimo reduzida, o que não quer dizer que tenha o poder de recuperar a saúde aos doentes.

Há inumeráveis casos de pessoas com testes positivos há anos que nunca apresentaram sintomas de doença. Ora, se o vírus é mortal e é tão esperto que tem enganado a todos os cientistas todo este tempo, por que ele pouparia todas essas pessoas? É lícito questionar também que aqueles que adoecem podem muito bem estar doentes por outro motivo que não o HIV – que nunca foi visto por ninguém. As “fotos” do vírus são apenas modelos imaginários de computador.

O complexo de sintomas que estão classificados como AIDS não podem ser resumidos a um vírus ainda não isolado. Outras hipóteses mais consistentes precisam ser apresentadas para realmente ajudar na compreensão dos vários sintomas hoje chamados de AIDS.