A economia do organismo


A natureza não desperdiça nada, ela guarda para quando for necessário todo o excedente de energia e nutrientes. Todos nós precisamos de descanso e sono após um dia intenso e depois, pela manhã, sentimos necessidade de atividade novamente. Durante o sono processamos e guardamos as energias necessárias para a vigília.

Na gestação, o feto guarda no fígado grandes quantidades de ferro. Mesmo que o período de amamentação se prolongue até por dois anos não há necessidade de ferro para a nutrição do bebê porque ele tem armazenadas quantidades suficientes. Note-se que o leite materno quase não tem ferro.

Pelo menos a metade de tudo o que comemos não deveria ser utilizado, mas, em condições ideais de saúde é guardado para um momento de necessidade: acidentes, doenças, fome e na velhice – quando não podemos mais absorver quantidades suficientes de alimentos que o organismo precisaria.

Se sofremos crises repetidas durante nossa vida, abusamos de alimentos inadequados, medicamentos e mantemos maus hábitos de vida, em caso de necessidade e na velhice as energias que deveriam ter sido economizadas foram desperdiçadas e estaremos em grandes apuros porque não há de onde conseguir os nutrientes e a energia que precisamos imediatamente. Economizar é fundamental para a saúde e o bem estar geral.